quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Sobre o Perdão


O perdão é uma chave cujo segredo é o Amor.

E assim, não abre qualquer porta.

Vê-se por que as crianças aceitam o seu pedido

assim como o concedem de bom coração.

Perdoar sempre será sublime ato, mas aceitar o

perdão é a redenção de fato.


Music: We are Free

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Solidão




... É perder-se no Oceano do Amor Divino, entre o Continente dos Sonhos e a ilha da razão humana.


Bem aqui...


Music: Feathers

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

A porta entreaberta


Havia uma luz pela porta entreaberta.
Mas a Luz não passava dela,
por ela via iluminada.
Além de vê-la do meu passado,
passava ela e mais nada.
Não era triste, só era ela,
fazia disso um bem desejado.
Mas havia a porta e além dela,
e um dia deu-se o inesperado.
Tornou-se ela, a mais Bela
deixou-se ao mundo, ser iluminado.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

O segundo Sol


Enquanto o Sol dos nossos antepassados funde a matéria a ponto de transformá-la, também brilha forte um segundo sol, a luz criadora do homem inspirado, que o transforma mais do que às suas próprias obras.
A expressão máxima deste calor é a paixão, impulso inquieto que desobedece a alma para penetrar o desconhecido mundo do sensualismo.
Em equilíbrio com os propósitos divinos, esta energia interior faz desabrochar
a rosa da consciência, cujo precioso perfume chamamos Amor.

sábado, 10 de janeiro de 2009

A teoria da contenção


Já ouvimos falar em energia contida no átomo, no poder relacionado à sua desintegração, e na dificuldade inerente ao seu controle para fins pseudo-construtivos. Citei logo de cara a energia atômica para relativizar algumas considerações, e não complicar muito o assunto.

Ocorreu-me pensar na enorme tarefa que o homem moderno impôs a si e ao meio em que vive quando resolveu modificar o planeta ao seu gosto, usando como perspectiva o Mega Sonho de ser o maioral absoluto.

Em outras palavras, o criador estimulou cada força natural em padrões estáveis e harmoniosos, até que o homem resolveu por necessidade e desejo incontido, desafiá-las.

Comecei a pensar na quantidade de energia desperdiçada na forma de calor, para alterar o estado ou somente a forma da matéria, e o quão antinatural isto me parece.

Exceto o homem, a vida no planeta não faz estoque de energia, usa tão somente o que lhe cabe a cada ciclo, o sol o núcleo da terra e as reações químicas de transformação combinados são o necessário.

Já o homem precisa estocar grandes quantidades de energia, mas até para isto é incompetente, pois o faz à custa de um subsolo escondido a milhões de anos, e que a cada década fica mais inacessível. Toda energia resultante da reação explosiva dos combustíveis fósseis, para servir tem que ser contida, resultando num grande desperdício, baixíssimo rendimento e de quebra resíduos para a atmosfera que fica mais quente. O Homem provoca os elementos para depois contê-los, mas o custo esta ficando alto demais e todos percebem os efeitos, vejam uma Hidroelétrica, por exemplo, altíssimos são os custos ambientais para conter a já escassa água doce, que deveria fluir livremente alimentando e penetrando o solo.

Acredito entre outras teorias, que além de usar as já mencionadas formas de energia limpa (do sol e dos ventos) em cada residência consumidora, possamos reaprender a colher a energia disponível no transito da terra nos seus mais de 100.000Km/hr pelo espaço, energia sutil como a formação dos raios antes das sua descargas através da atmosfera.

Ou o estudo das relações entre magnetismo e o movimento giroscópico, (o mesmo que mantém a bicicleta quando em movimento) Tudo sem o autoaquecimento desprezível das explosões. Energia para colher e usar, disponível para todos. Acreditem, elas existem, mas os planos estão (contidos) nas mãos de poucos, guardados para uso meramente comercial, sabe-se lá quando.


PS: A Imagem acima é um esboço do que pode ter sido Atlântida, baseado nos diálogos de Platão, Timeus e Critias, ao redor de 370 A.C.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

As Verdades Inconvenientes.


Não só o clima tem suas verdades incontestáveis e inconvenientes, em toda parte vemos a realização de atos impensados, sejam eles de ordem pública ou privada, o imediatismo e o individualismo tomando frente, e a ganância desenfreada ditando regra. Como o Sapo que nem se mexe quando vagarosamente aquecido na panela d’água, ficamos nós, assistindo, afinal tudo parece tão certo.
Precisamos urgentemente diminuir as emissões de poluentes comportamentais, e aumentar a produção do respeito, da gentileza e da prudência. Se cada indivíduo produziu por sua própria cota o que esta acontecendo no presente, também ele poderá reverter esta situação, reciclando o ambiente de convívio para seus filhos e netos, em nome da Paz e dignidade.

Alguém dirá que é tarde demais, que passamos do ponto, que dormimos no berço esplendido da nossa impotência, e que só um milagre nos salvará. Eu acredito na nossa capacidade de responder sim, eu posso ser melhor, por uma razão evidente, não estamos neste planeta a passeio, e sim numa missão.

Music: Just another day in paradise


segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

A Impermanência


O fim de um ciclo pede outro, como linhas que se reencontram, e assim, linha após linha, em ciclos concêntricos, ascendem os princípios elementares, curvam-se os pensamentos, levantam-se os olhares e enobrecem-se as Almas. Em tempo, o passado segue descrito, o presente resiste um segundo, e o futuro, retrato escondido.

Um motivo? Este a mais...? Eu explico:

Procure-o só, e ele te achará, encontre-o e ele se perdera, perca-o e ele existira, são as metáforas da impermanência, do não ter, contido no ser que ascende a cada passo encontrado, posto que não é passo só, nem é seu, ou meu, antes foi, inspirado por D_us, para depois ser soprado em voz.

"Façam-se todas as coisas, e que nelas habite o novo Ser..."

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...o.I.o...

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Eterno Ser

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..._.I._...

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Sois Vós

I

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Music: Eden